quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Porta alcool gel para pendurar na bolsa






As medidas preventivas continuam então fiz novos modelos de porta alcool em gel para pendurar do lado de fora da bolsa. Facilita o manuseio e é mais seguro porque não precisa abrir a bolsa para vasculhar dentro e achar o recipiente. Só pra facilitar. 

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Mantas Apae 17 e 18

 Mais duas mantas daquele projeto para a Apae.
 Desta vez duas mantas iguais, tecidas com sobras de linhas.  

São sobras de pequenos pedaços emendados aleatoriamente. É muito divertido tecer porque a gente vai se  "encontrando" com as linhas de diversos trabalhos já feitos, vai tendo recordações de outras teceduras que nem se lembrava. 

Vou formando um rolo de todas as sobrinhas e depois teço este ponto ripple conforme o gráfico no final da postagem. 
Existem vários modelos de ponto ripple, ou zig zag, mas este é perfeito para tecer sobras porque na carreira de pontos baixos a gente esconde as emendas, que são muitas. 

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Mercado Municipal do Rio - CADEG

Uma visita que vale a pena. 

Eu sou encantada com mercados públicos, sempre que conheço uma nova cidade eu procuro o mercado municipal e este do Rio foi uma surpresa. 

O pastel e o bolinho de bacalhau, que me desculpe o mercadão de São Paulo, mas é muito bom mesmo.
O visual das frutas encanta não só pela aparência mas também pelo perfume.
Tem coisas pra comer com os olhos.
E outras que são permitidas. Essa batata baroa vai virar um prato do meu gnochi de batata baroa sem glúten. 
Fiquei paralisada diante de tantas suculentas. Variedades que eu nem conhecia. E o melhor de tudo, um preço justo. 

Tudo nesse mercado é muito atraente, a diversidade de plantas é incrível. Quem tiver oportunidade visite, principalmente se gostar de mercados públicos como eu gosto. 
 

domingo, 25 de outubro de 2020

Manta Apae 16

Uma manta de crochê  com ponto Riplle, também conhecido como ponto  zig zag. Simples, aproveitando muitas linhas de sobras para concluir um trabalho muito colorido com jeito feliz. Esta manta foi confeccionada pela Lucia minha irmã e é a décima sexta para a Apae.  


 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Horta de ervas no condominio



A  três meses  iniciei um paisagismo no condomínio onde eu moro. Não havia plantas por aqui, apenas algumas secas ou morrendo dentro de vasos que não eram aguados. 

O espaço que temos favorece um ajardinamento abundante e estamos aos poucos implementando  essa área verde.

Esta floreira,  que tem toda a extensão  da largura do prédio, é muito rasa. Cerca de  10 centímetros, então não é possível plantar flores com raízes profundas. 

Mas fica num espaço ideal de luminosidade com sol na medida certa para  canteiros de ervas para temperos e chás.
Já temos manjericão da folha grande, da folha miúda, orégano, cebolinha. 
Apesar da pouca profundidade as plantas estão se desenvolvendo porque eu deixei espaço entre elas para as raízes se espalharem pelas laterais. E terra bem adubada. 
Antes era esse abandono, juntando lixo e deixando tudo feio. 
Intercalando os pés de cebolinha plantei  onze horas de diversas cores. 

Temos hortelá, capim santo e outros chás. Devido a pouca profundidade optei em plantar o capim santo dentro de um vaso do qual cortei o fundo para as raízes se espalharem.
O orégano está indo muito bem, eu nem fazia uma expectativa tão otimista. 
Está dando certo. 

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Manta Apae 15

Mais uma manta para a Apae de Curitiba. Um modelo muito simples feito alternando carreiras de pontos altos com linha lisa e linha felpuda. Só para dar o efeito. 

Nas extremidades uma carreira franja de pontos de pompons.


domingo, 20 de setembro de 2020

Restauração de mesa de apoio para jardim

Eu não sei exatamente qual era o uso dado a esta mesinha durante a sua longa vida mas tenho certeza que foi por muito tempo muito usada. Pela infiltração de tinta de caneta vermelha e verde acho que era usada como escrivaninha ou mesinha de estudos. 

Minha intenção é usar na minha varanda como apoio para mexer com as plantas. Ainda não está completa porque nessa parte da prateleira inferior vou colocar dois cestos para guardar as ferramentas de jardinagem como alicates, os acessórios como luvas, pulverizadores e adubos. 

Foi achada debaixo do vão de uma escada do hall do condomínio onde juntamente com outros objetos estava a muito tempo. Tinha sido descartada  com alguns vasos de plantas, bicicletas e outras peças. Já estava a caminho da caçamba quando eu resgatei. Foi um momento de impulso mas confesso que depois que examinei o que havia por baixo de uma grande camada de  sujeira eu mesma pensei que ia ser difícil dar um jeito na coisa.

Foi um desafio que encarei sem fé mas com muita coragem. 

Mudou de cor por muitas vezes, a ultima camada foi branca e antes foi  cinza, bege e marrom. Mais as tintas de canetas. Muitas camadas, daquela tinta grossa que no tempo era a base de solvente ou a chamada tinta a óleo que não sei bem o que era mas já ouvi falar. Descobri que é bem resistente e se apega aos objetos onde é usada. 

Primeiro foi necessário dar fim aos cupins que apesar de serem poucos já tinham feito um estrago grande. Depois da eliminação da praga passei massa própria para madeira e fiz uma emenda no canto quebrado da gaveta. Eram os defeitos estruturais que poderiam ter inviabilizado a reforma, mas acabou que deu tudo certo. 

Em seguida tirar a tinta foi o que deu mais mão de obra. 
Usei lixa grossa com lixadeira elétrica mas não deu resultado. Foi só então que eu vi  a quantidade de camadas de tinta. 
Raspei com caco de vidro e só consegui tirar a primeira camada, a branca. 

Então tive que apelar para o decapante. Não gosto muito por ser um produto altamente tóxico. Mas resolve 100% sem tanto esforço. Poderia ter usado logo e me poupado. 

Para quem for usar esse produto para remover tinta, use luvas de borracha bem resistente, máscara e óculos de proteção. Não deixe nada encostar na pele porque a queimadura é imediata. Forre o chão também para evitar que caia, apesar de que é geralmente em gel mas durante a retirada do produto com a espátula pode cair no chão. 

O produto retira a tinta por inteiro, como se fosse plástico. 

Mesmo depois de retirada toda a tinta da pintura, o tampo da mesa tinha muitos defeitos de desgaste da madeira e as tintas de caneta que provavelmente "estouraram" sobre a mesa e a madeira foi penetrada e não tinha como fazer desaparecer. 

Como eu pretendia colocar uma prateleira na parte de baixo e a prateleira seria de compensado e teria  que ser pintada, escolhi pintar de preto tanto a prateleira quanto o tampo da mesa. 

Com a colocação de cestos de palha, vai dar uma clareada na peça. 

A finalização fiz com cera em pasta. Daquela que se passava no chão mesmo. Tudo é cera e tudo é madeira. Ficou uma textura suave porque antes da cera passei uma lixa muito fina, só pra suavizar a peça. 


 

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Manta Apae 14


 Manta feita pela Lúcia em hexágonos de crochê em vários tons de azul lisos e matizados, emendados com preto.
É um lindo efeito de tons da mesma cor e excelente para aproveitar sobras de linhas, tanto numa única cor ou totalmente colorido. 

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Capa de Poltrona com brim peletizado

 

Tem muito tempo que eu queria forrar esta poltrona. Pensei em mandar reestofar mas o custo não compensa. Também não queria me desfazer porque é de estimação, uso a mais de 20 anos quando faço crochê e além de ela ter praticamente se moldado ao corpo, também tem a altura do encosto dos braços perfeitos para quem lida com agulhas. 

Já que estofar eu não sei, resolvi fazer uma capa. Além de ser mais fácil para confeccionar, tem a vantagem de poder retirar para lavar sempre que necessário. 

Isso é perfeito porque poltrona de tecido suja mesmo, independente do uso. e usando todo dia ainda á pior. 

Mas eu também não sabia como fazer a capa e isso foi se prolongando até não ter mais condições. 

Eu só vou postar a foto do antes que é para vocês terem certeza de que nada está totalmente perdido, mas na verdade o estado da  poltrona estava de dar vergonha. 

Daí pensei, vou comprar o tecido e com o tecido em mãos vou me obrigar a fazer. E assim foi, 

Não foi fácil, mas também não é um bicho de sete cabeças, mesmo porque eu não estava exigindo  de mim que fosse perfeito porque eu nem costurar sei. Me viro somente e com muito esforço. 

Comprei um brim peletizado que acho ideal para essas capas de estofados. 

Além do conforto que a poltrona já me proporcionava, o toque macio e aveludado do tecido dá uma sensação de aconchego. 

Eu precisei fazer modelagem da poltrona, até comprei um TNT para esse fim  mas não achei prático, então modelei no próprio tecido.
 Comecei pelo encosto. Posicionei o tecido  com o avesso pra fora e risquei com um lápis próprio para tecido, mas quem não tiver risca com lapis comum mesmo, desde que seja pelo avesso. 
Já considerei a parte inferior de trás e deixei o tecido solto até o chão para depois emendar com as laterais.  
Depois de riscado eu cortei e costurei. Daí vesti na poltrona para fazer os ajustes. E foram muitos. Preferi deixar sobrando e fazer os ajustes porque se ficar menor não tem jeito. Alfinetei e refis as costuras até dar certo. 

Em seguida fiz a parte do assento deixando o tecido cobrir a frente até o chão. 
A seguir posicionei o tecido para fazer os braços, já riscando e alfinetando as penses, porque tinha uns cantos arredondados onde sobrava tecido. Pense foi a melhor invenção da costura. 

Ajustei e costurei os braços. 

Em seguida fechei a parte da frente dos braços. Precisei fazer uma emenda triangular nesse fechamento. Mas pouca coisa que disfarcei com o laço. 
Depois de tudo costurado ergui a poltrona sobre a mesa para marcar  a barra. Acho que foi a parte mais difícil.
Mas enfim tive minha poltrona forrada. 

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Panos de prato com barrado de crochê simples

 

Panos do dia a dia. Barradinho muito simples porque os panos por si só já são bem coloridos.