sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Travesseiro de Patchwork

Fiz um daqueles travesseiros que eu chamo de Travesseiro Carinhoso. Como já me disseram algumas blogueiras do patch, isso vicia. Comecei agora e já tenho vários projetos. Apanhei que nem presta mas fiz.
Como é para um presente, fiz de acordo com a visão que tenho da presenteada. Nada foi colocado por acaso, tudo tem significado.
Ela é uma excelente costureira por isso fiz a aplicação da máquina de costura. Fiquei orgulhosa do resultado.
O difícil mesmo foi bordar. Eu me inspirei num quadrinho lindo que ganhei da Maria Amélia.
Minha filha olhou o bordado e disse: "Esse gato preto pendurado no poste é a cara de Paris".
Gente!!! Não é um gato preto, é a luminária!!!!KKKKKKKKK. Depois da observação que pretendia ser um elogio, olhei com um olhar menos embevecido e mais crítico e achei mesmo que parece um gato preto, e enforcado ainda, com as perninhas arreganhadinhas. Depois de tanta espetada nos dedos ainda escuto isso.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Promoção com descontos

Novos modelos e cores de tapetes de crochê. Todos os produtos a pronta entrega com descontos. Peças bordadas em Richelieu a partir de R$ 9.00 para antecipar os presentes de Natal.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sapatinhos para bebe menina



Estes sapatinhos são mais alguns modelos para doação.
Fiz todos pelo mesmo gráfico, mudei a linha e expessura da agulha, o que resultou em tamanhos menores e maiores.




O gráfico usei da internet e fiz pequenas alterações para o modelo ficar mais feminino. Este gráfico abaixo já é o alterado que usei.

domingo, 18 de setembro de 2011

Meus primeiros passos no Patchwork


É um projeto que eu tenho a muito tempo, mas a falta de conhecimento no assunto me impedia de começar. Graças ao generoso pap da amiga Sula


Usar o termocolante foi fácil fazer graças à explicação dela, difícil foi bordar o caseado, mas ainda restam vinte e cinco peças, até o final vou estar bem treinada.

domingo, 11 de setembro de 2011

Sandália de borracha customizada

Estavam para ir para o lixo, daí, circulando pela loja de material para artesanato encontrei uma cola que resolvi testar. Maravilhosa. Reformei duas sandálias.
Nas solas colei tecido de patchwork.
A verde fiz macramê nas alças, que não gostei de fazer nem do resultado. Claro que o resultado não é culpa do macramê e sim minha pois além de ter sido a primeira vez que tentei fazer, ainda por cima não gostei de executar a técnica. Acho bonito mas não tenho habilidade para tal. Temos que admitir nossas limitações. O vídeo onde aprendi a fazer é AQUI . No vídeo dá para notar que ela usou a fita da mesma cor das talas, além de ter forrado de pedrarias, o que esconde as brechas que ficaram na minha, que não tinha pedras e as tiras eram de cor diferente da fita.
A de cor lilás somente enrolei a fita de cetim nas talas e gostei mais, além de ser muito mais fácil e rápida.
Há um verniz para ser passado sobre o tecido colado na sola, mas eu dispensei o verniz pois quero mesmo eliminar o contato do pé com a borracha. Esta cola é ótima também para reformar mouse pad como este da foto que já fiz com a cola amiga. Vamos ver agora o resultado na prática. Depois eu volto aqui e conto.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Sapatinho e luvas de crochê

Mais peças para bebê. As luvas fiz por esse gráfico muito conhecido que rola a muito pela net. O sapatinho foi sem receita.



terça-feira, 6 de setembro de 2011

Casaquinho para bebê

Este modelo é muito conhecido, tem em diversos blogs mas não encontrei a receita com detalhes, então fiz no olhômetro e não deu muito certo. Ficou muito largo, tive que complementar com algumas carreiras na parte de baixo para ficar proporcional. Tendo este como base o próximo fica melhor.

Depois de alguns dias de ausência nada como sair clicando no sítio. É onde recarrego as baterias, enfio a mão na terra sem luvas e ando de pé no chão. O mundo está cheio de lugares bonitos, mas como lá nao tem nao.




sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mercadão de São Paulo

Passei esta semana em SPaulo, fiz uma visita ao Mercado Municipal que a muito eu desejava conhecer. Tenho verdadeira fascinação por mercados e este não fica devendo nada a nenhum dos que conheço. A arquitetura é linda, os produtos expostos são lindos e produzem um festival de cores e cheiros que encanta. Sem falar na gastronomia. Claro que eu comi o famoso sanduíche de mortadela, não inteiro porque nao aguentei mas provei e adorei. Mas como tudo neste nosso Brasil tem que ser extremo, em contraste com o interior do mercado maravilhoso, o entorno não tem o mesmo aconchego. Acho que por ser um local que atrai tantos turistas e também os habitantes locais que com certeza visitam o mercado, a prefeitura deveria se dedicar em melhorar a região.


São Paulo é surpreendente, há coisas inacreditáveis, como olhar pela janela e dar de cara com um avião a poucos metros. Este que fotografei da janela do hotel sobrevoava o shopping Ibirapuera, rota de aterrissagem, e o tráfego é intenso. Depois do décimo terceiro a gente acostuma.

Na mesma avenida, em meio ao transito intenso, a fumaça e ao barulho, a natureza presenteia quem passa. São os contrastes que fazem o encanto de São Paulo, diferente de tudo e linda.

Também fui na 25 de Março. Eu não conhecia e confesso que fiquei decepcionada. Ouço falar de todas as maravilhas que há lá e o máximo que consegui ver foram falsificações de grifes famosas, comercio de cacarecos chineses e um milhão de cachecóis de lã pompom. Entrei numa única loja que tomava meio quarteirão e tinha uma placa dizendo "armarinho". Pensei que seria o paraíso, mas nunca entrei num lugar tão desconfortável. Teto baixo que quase dava para encostar a cabeça, prateleiras quase coladas umas nas outras, entulhadas de coisas empoeiradas, uma mistura de tudo que nao se conseguia distinguir se era armarinho, loja de eletrônicos ou sei lá o quê com cheiro de incenso misturado com poeira. Deu uma agonia, so queria sair, tentei e trombei com um mar de gente entrando, não sei se ali havia alguma passagem para um lugar arejado e organizado que eu não consegui ver mas aquela gente toda que entrava não cabia lá dentro de jeito nenhum.
Voltei no dia seguinte pois achei que tinha ido ao lugar errado, quis dar mais uma chance para a 25 de Março. Andei por ela, pelas paralelas e ruelas que cruzam. Podem me chamar de doida mas não comprei absolutamente nada. Tudo que levei da 25 de Março foi uma bolha no pé. Na verdade a 25 de Março era desculpa, eu queria mesmo era repetir o sanduíche de mortadela do Bar do Mané no Mercado Municipal.