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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Prometido e cumprido...quase tudo


Em janeiro de 2016 eu fiz este post falando das minhas intenções para o ano que estava começando.
http://agulhaspinceisemais.blogspot.com.br/2016/01/sacola-de-compras-de-croche-em-barbante.html
A intenção era aquela de sempre: perder peso, mudar de hábitos etc.
Também disse que viria dar satisfação do cumprido, ou não cumprido. A intenção era cumprir tudo mas acho que as promessas foram exageradas, me empolguei. Mas estou muito satisfeita com o que consegui.
Cheguei em  dezembro com 18 kilos a menos e uma barriga tanquinho que confesso não foi somente pelos exercícios, caminhadas e dietas,  teve a interferência de uma abdominoplastia e uma lipo muito bem sucedidas e com grande resultado visual. Amei. Me amei.
Como eu disse na época, tinha a intenção de correr e andar 1000 kilometros no decorrer do ano. E andei. E corri. Houve momentos em que duvidei que conseguiria devido  ao período de repouso da cirurgia, mas deu. Apertado mas deu. Aqui a prova:

O resultado maior não é visível, foi na cabeça. Me livrei de coisas que me incomodaram a vida inteira e as quais aturei. Nem sei porque, mas agora me livrei. Antes tarde do que nunca. 
Para este ano? acho que repetir já está bom. Mas agora basta diminuir 8 kilos pra ficar tudo certo. No mais é continuar vivendo, cuidando de mim mesma e dentro do que for possível ajudando o próximo. 
Vou me dedicar mais aos trabalhos do blog, fazer alguns vídeos que estão prometidos e viajar bastante. Depois eu conto. 
Feliz ano todo para todas as amigas que me visitam e me escrevem sempre tão carinhosamente. Vocês são uma parte boa da minha vida. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

WIP e viagem


Estava a um tempão sem postar porque estou fazendo uns trabalhos do tipo que requer longo tempo, e para complicar faltou material.
Como tive que fazer uma viagem que não foi a laser, e por ser um caminho longo e deserto, tive que improvisar um crochê para encurtar a estrada.
Já fiz esse percurso um numero incontável de vezes, quando minha sogra morava em Natal. Agora não tem mais sogra e nem quatro meninos promovendo confusão no banco de trás.
Esse morro da foto era um marco do caminho. Aqui eles paravam de fazer a pergunta que repetiam desde que saíam de Fortaleza "Falta muito pra chegar?"
O morro que eles deram o nome de morro do dedo era o sinal que estavam chegando.

No caminho uma paradinha em Mossoró que de vilarejo no meio do sertão virou uma grande cidade, com praça bem cuidada e coreto moderno. Tudo pela força do petróleo que jorra generosamente por aquela região.

Tudo aqui é limpinho de dar gosto, lá tem uma prefeita que deu jeito na cidade. Mas o calor continua um inferno.

A estrada não tem muitos atrativos, muita seca, muito deserto, terra infértil que só serve mesmo para fazer tijolo, mas as chaminés da olarias abandonadas continuam imponentes cortando o céu muito azul e claro.

Apesar da aridez do solo e do clima, a natureza sempre se manifesta surpreendendo com beleza.

Em Natal o morro do careca continua o mesmo. Bons tempos em que eu subia essa duna sem precisar de Pit Stop, correndo atrás de menino. Confesso que era mais movida pelo instinto de preservaçao da prole do que pelo condicionamento físico, mas hoje acho que não daria mais nem para a largada.
Mas também ninguém mais sobe o morro, é proibido, tem cerca de arame farpado e guarda de preservação ambiental. Só resta olhar e lembrar. Coisas dos tempos.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Lá no Anhangava, onde a natureza é viva




Fotos: Juliana

"Ide para os vossos campos e jardins e aprendereis que o prazer da abelha consiste em retirar o mel da flor.Mas também a flor tem prazer em dar o seu mel à abelha.Pois para a abelha a flor é uma fonte de vida. E para a flor a abelha é mensageira de amor.E, para ambas, abelha e flor, o dar e o receber de prazer é uma necessidade e um êxtase".

khalil gibran

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mercadão de São Paulo

Passei esta semana em SPaulo, fiz uma visita ao Mercado Municipal que a muito eu desejava conhecer. Tenho verdadeira fascinação por mercados e este não fica devendo nada a nenhum dos que conheço. A arquitetura é linda, os produtos expostos são lindos e produzem um festival de cores e cheiros que encanta. Sem falar na gastronomia. Claro que eu comi o famoso sanduíche de mortadela, não inteiro porque nao aguentei mas provei e adorei. Mas como tudo neste nosso Brasil tem que ser extremo, em contraste com o interior do mercado maravilhoso, o entorno não tem o mesmo aconchego. Acho que por ser um local que atrai tantos turistas e também os habitantes locais que com certeza visitam o mercado, a prefeitura deveria se dedicar em melhorar a região.


São Paulo é surpreendente, há coisas inacreditáveis, como olhar pela janela e dar de cara com um avião a poucos metros. Este que fotografei da janela do hotel sobrevoava o shopping Ibirapuera, rota de aterrissagem, e o tráfego é intenso. Depois do décimo terceiro a gente acostuma.

Na mesma avenida, em meio ao transito intenso, a fumaça e ao barulho, a natureza presenteia quem passa. São os contrastes que fazem o encanto de São Paulo, diferente de tudo e linda.

Também fui na 25 de Março. Eu não conhecia e confesso que fiquei decepcionada. Ouço falar de todas as maravilhas que há lá e o máximo que consegui ver foram falsificações de grifes famosas, comercio de cacarecos chineses e um milhão de cachecóis de lã pompom. Entrei numa única loja que tomava meio quarteirão e tinha uma placa dizendo "armarinho". Pensei que seria o paraíso, mas nunca entrei num lugar tão desconfortável. Teto baixo que quase dava para encostar a cabeça, prateleiras quase coladas umas nas outras, entulhadas de coisas empoeiradas, uma mistura de tudo que nao se conseguia distinguir se era armarinho, loja de eletrônicos ou sei lá o quê com cheiro de incenso misturado com poeira. Deu uma agonia, so queria sair, tentei e trombei com um mar de gente entrando, não sei se ali havia alguma passagem para um lugar arejado e organizado que eu não consegui ver mas aquela gente toda que entrava não cabia lá dentro de jeito nenhum.
Voltei no dia seguinte pois achei que tinha ido ao lugar errado, quis dar mais uma chance para a 25 de Março. Andei por ela, pelas paralelas e ruelas que cruzam. Podem me chamar de doida mas não comprei absolutamente nada. Tudo que levei da 25 de Março foi uma bolha no pé. Na verdade a 25 de Março era desculpa, eu queria mesmo era repetir o sanduíche de mortadela do Bar do Mané no Mercado Municipal.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Buenos Aires compras e arquitetura

Adoro as cidades que preservam sua história atravéz da arquitetura. A Rua Florida, em Buenos Aires, uma rua de pedestres, é o paraíso para quem gosta de compras boas e baratas pois os edifícios históricos e lindos abrigam centenas de lojas, galerias e shoppings para todos os gostos e bolsos.
Para quem gosta de lãs e linhas, o paraíso fica na rua Raul Scalabrini Ortiz do número 800 ao 3200. Vá de tênis e leve alguém para ficar do lado de fora segurando as sacolas.
Tem todos os tipos, cores e texturas incríveis. Mohair, Merino, Alpaca, Cashmere, Angora, Seda, Algodão, Bambú, e todas mais que existem.

domingo, 5 de junho de 2011

Chile

Voltei de viagem. Além das inesquecíveis lembranças de uma bela paisagem, trouxe também uma gripe proporcional ao tamanho da Cordilheira dos Andes. Nenhuma surpresa porque sair de uma temperatura de + de trinta graus úmido para - de zero seco é um choque térmico que tem suas consequências. Mas valeu a pena porque além das belezas visuais trouxe a impressão de um país fantástico, organizado, LIMPO, povo educado e culto. Até os protestos são organizados pois é marcado dia, local e hora para as manifestações. Tudo muito civilizado.
Considerando a recente tragédia que abateu o país num dos mais violentos terremotos de que temos notícia na história recente, nenhum vestígio é visível. Cidades com arquitetura antiga e prédios históricos muito bem preservados e arquitetura moderna impressionante. Com um solo árido e seco, pouca chuva, topografia desfavorável e expremido entre duas cordilheiras, produzem as melhores frutas do mundo e vinhos de excelente qualidade. Estão construindo em Santiago o edifício mais alto da América do Sul, e a gente se rejubilando com aqueles caixotes que compõem Brasília.
Uma coisa que eu não sabia e me deixou impressionada é o fato do Chile ter seu corpo de bombeiros composto totalmente por voluntários. São profissionais de todas as áreas que dedicam algumas horas do seu tempo para serem bombeiros voluntários. Nenhum bombeiro no Chile é remunerado, fiquei pasma.
O artesanato é rico e colorido. Achei esta tiara que na minha opinião expressa bem o folclore local. São pequenos bonequinhos feitos em massa e arame, vestidos com roupas de tear, dançando uma espécie de ciranda. Achei lindos e representativos.
Fiquei muito feliz em ter conhecido o Chile. Quero voltar mais vezes com mais tempo para explorar melhor.   Desta vez foi de passagem, o foco era a cordilheira dos andes, e lá fui eu arriba. 

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Muito frio e muitas lãs

São todas lindas, de enlouquecer qualquer tricoteira. Cores e texturas maravilhosas em grande variedade e quantidade. Dá vontade de levar todas mas a capacidade da bagagem é limitada. É difícil escolher, mesmo porque sei que a frente haverão mais de outros tipos. Estou exercitando minha capacidade de moderação. Vamos ver até quando resisto, mesmo porque a paisagem só nos faz pensar em nos proteger do frio.
Este é o lago Llanquiue e ao fundo o vulcão Osorno, em Puerto Varas Chile.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Vou ali mas volto logo

Por alguns dias vou ficar ausente. A gente nunca sabe como a internet dos outros funciona, mas se der eu venho dar uma espiada.
Olhando esse campo cheio de vicunhas e lhamas imagino logo um monte de cachecois macios. Eita neura!!!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Uma árvore um prédio

Olhando de passagem as imagens se confundem. Tirei esta foto meio que no susto. Estava passando pela rua em um ônibus, quando me deparei com a imagem. Mal deu tempo de "sacar la foto", não sabia exatamente a rua por isso vim pesquisar na internet. Trata-se da sede da Editora Planeta em Barcelona, grupo de comunicação espanhol cuja editora publica os livros de Paulo Coelho.
Como ecologista de carteirinha, tipo ecochata mesmo, não poderia deixar de admirar a obra. Se todos os nossos edifícios fossem assim teríamos cidades florestas. Não resolveria o problema ecológico do mundo, mas no mínimo o interior teria temperatura mais amena.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mercado de San Josep Barcelona

O Mercado de San Josep ou La Boqueria como também é chamado, é um lugar que fervilha, como toda a cidade de Barcelona, uma das mais vibrantes e coloridas da Europa.
Vendo este mercado a gente entende de onde veio a inspiração para
obras como Parque Guell, Casa Batlló e tantos mosaicos coloridos que compoem a obra de Gaudi.
Sua origem está no período medieval, entre os anos de 1215/1220, e como todo mercado era o lugar onde a plebe comprava verduras e carnes.
Está situado em "La Rambla", a meio caminho entre a Praça da Catalunha e o Porto Velho.

As cores vibrantes nos ambientes limpos e bem iluminados

As frutas em estado sólido ou líquido

Ou cortadas e misturadas em cores e sabores

cujo hábito prático eu já copiei e botei em prática, por isso a foto bem de perto para quem quizer praticar também

Tem vermelho mais vermelho?

Ou olivas de sabor mais intenso?

Ou doces mais tentadores?

Não há como não cometer o pecado da gula num lugar como este.

Tudo é lindo, saboroso e perfeito. Com estes frutos do mar não é sem razão que eles fazem a melhor paella.
Algumas destas fotos são da minha irmã Lucia. Das que eu tirei algumas ficaram horríveis porque fiz sem flash, porque de cara levamos um "No se puede sacar fotos", bem no meio das fuças.
Eu, obediente feito uma jumentinha, fiquei so "paseando por sus pasillos" mas minha irmã Lucia, bichinha teimosa!!! continuou "sacando", na cara dura. Nessa altura eu fui "desfalsando" que nem conhecia "la hermana", só de medo de levar um cagaço. Mas graças a coragem quixotesca da irmã mais nova, menor e mais corajosa, "tengo las fotos para mostrarles".

terça-feira, 22 de junho de 2010

Mercato Centrale

Este é com sotaque. Já tive oportunidade de falar aqui da minha atração por mercados. Não mercados comuns, aliás, supermercado eu não entro.Fazer compras do trivial aqui é tarefa de marido.
Eu gosto daquele mercado central que tem em cada cidade, ou pelo menos deveria ter. Mas tem na maioria.
É nesse estabelecimento que está a verdadeira excência de uma cidade, é alí que você vê de fato seus hábitos e costumes, porque esses mercados foram criados e são em geral frequentados pelas pessoas da cidade, surgiram pela necessidade do povo, não foram feitos para turistas.
Muitos acabaram virando atração naturalmente, pela animação, pelo colorido, pelo ambiente bonito, pelo movimento, pelo barulho, pelas comidas, pelos cheiros!!!!
Este é um dos mais belos que já conheci, começando pela arquitetura. Uma estrutura de ferro de 1870 no centro de Firenzi, uma cidade tradicionalmente mercante desde a sua fundação, estima-se que por volta de 59 a.c.
É um burburinho de gente rodeada por todas as cores

por flores das mais lindas que de tão perfeitas parecem artificiais.
Por objetos e arranjos caprichosamente colocados


por embutidos e prosciuttos de todos os tipos e para todos os gostos,
de olivas em conserva em todas as suas variações,
de patês com todas as ervas,
de frutas secas
e de frutas frescas.
Tudo para encher os olhos de prazer e a boca de desejos.

Literalmente.
De quebra o vizinho ilustre.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Chegando

Terminando a viagem, terminando o dia e terminando a bateria da máquina. Por isso estou postando esta foto da pedra da galinha em Quixadá CE, que encontrei na net para ilustrar o fim do caminho que eu pensei que não tinha fim. Foi ótimo fazer o trajeto de carro, a praticidade e pressa constante nos faz logo tomar um avião e ainda reclamar de pequenos atrazos no aeroporto.
Ao passar por estas estradas de Quixadá lembrei-me da música de Luiz Gonzaga, Estrada do Canindé, cidade que fica aqui bem próxima. A música traça um paralelo entre andar de carro e andar a pé. Com certeza ele se inspirou nestes caminhos.
Seria exagero imaginar o caminho a pé mas entre avião e carro acho que se pode fazer a comparação.

Ai, ai, que bom
Que bom, que bom que é
Uma estrada e uma cabocla
Cum a gente andando a pé
Ai, ai, que bom
Que bom, que bom que é
Uma estrada e a lua branca
No sertão de Canindé
Automove lá nem se sabe se é home ou se é muié
Quem é rico anda em burrico
Quem é pobre anda a pé
Mas o pobre vê nas estrada
O orvaio beijando as flô
Vê de perto o galo campina
Que quando canta muda de cor
Vai moiando os pés no riacho
Que água fresca, nosso Senhor
Vai oiando coisa a grané
Coisas qui, pra mode vê
O Cristão tem que andar a pé

Espero que tenham gostado da viagem. Eu amei a companhia.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fachadas e Platibandas


Um oásis na região árida de Pernambuco, no sertão do Pajeú, o ponto mais alto do estado abriga esta cidadezinha de clima ameno e para os padrões nordestino até mesmo faz frio por lá. É o município de Triunfo, com um casario característico do século XVIII bem preservado.
A estrada de acesso já vale o passeio pelo verde exuberante. Paisagem surreal, considerando a seca que é a característica principal da região.

A cidade possui várias atrações turísticas além do casario, como o Teatro Guarany, o Museo do Cangaço e cachoeiras. Infelizmente não pude visitar, o passeio foi somente pelas ruelas da cidade e as fotos tiradas na passagem.

A pressa é por conta de estar entardecendo e de termos que cruzar o trecho entre Salgueiro PE e Juazeiro do Norte CE, em cujas rodovias os caminhões e ônibus só andam em comboio com escolta, devido aos constantes assaltos, situação que perdura por anos e nada se faz a respeito. Cruzar estas estradas á noite é não ter medo do perigo, e eu tenho, muito. Para agravar a situação as estradas federais no estado do Ceará deixaram de existir faz tempo. A própria BR 116 que começa em P.Alegre e termina em Fortaleza, e pela qual fizemos a maior parte do percurso, em todos os estados é perfeita. Menos no Ceará. É um buraco ao lado do outro, a velocidade máxima não passa de 40 km e constantemente tem-se que parar o carro e escolher o menor buraco. Essas paradas facilitam em muito o trabalho dos assaltantes, não precisam nem correr atras da gente para assaltar. Para vocês terem uma idéia do que se passa nesse trecho, vejam matéria

do último dia 15/10.
Como estou descrevendo é porque passamos ilesos e quase chegando ao destino. Ufa!!!

domingo, 18 de outubro de 2009

Sertões e Queimadas

Este trecho da estrada não é muito bonito.
Serpenteia a seca cruel e como se não bastasse o sol aqui se confunde com o fogo, e este próprio vem destruir o que o primeiro não conseguiu. Fica na região de Euclides da Cunha BA. O nome da cidade em homenagem ao autor de Os Sertões, livro que o então jornalista escreveu quando aqui esteve cobrindo o conflito de Canudos a mando do jornal O Estado de SPaulo.
Quem leu o livro e passa por esta região do conflito entende porque a terra se torna personagem, só não entende porque um motivo fútil como a reclamação de um estoque de madeira não entregue ocasionou a morte dos seguidores do beato Antonio Conselheiro. Tudo era política e em nome dela todos os absurdos são cometidos e a guerra é sempre justificada. Não mudou em nada.
Mas no meio de um sertão cruel uma imagem de oásis. Uma parada a beira da estrada com jardins e flores, tudo muito verde e bem cuidado, prova que quando o homem quer o homem faz.
Pena que tenhamos tão poucos querendo.

sábado, 17 de outubro de 2009

Madeira Palha e Cerâmica

É o que predomina no artesanato do interior da Bahia. Lindos e coloridos trabalhos em madeira, palha e cerâmica.
Fiquei apaixonada pelas gamelas de madeira.
Pena que não comprei uma panela de barro. Deixei para uma proxima parada pensando que tinha mais pela frente e esta era a última.
Acho que até chegar ao Ceará vou precisar de um reboque.